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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Ministro brasileiro apóia decisão argentina



O Estado de S. Paulo - 18 de abril de 2012


A Repsol pediu US$10,5 bilhões pela expropriação da YPF, e governo argentino falou que não pagará esse valor. Ministro de minas e energia do Brasil, Edison Lobão, sustenta que a decisão da Argentina é legítima. Espero saber qual será a posição dos governos europeus. Segundo a wikipédia, a YPF havia sido privatizada em 1993 e comprada pela Repsol em 1999.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Kirchner estatiza empresa espanhola na Argentina



O Estado de S. Paulo - 17 de abril de 2012


Cristina Kirchner anunciou o acontecimento como recuperação da soberania petrolífera da Argentina. A matéria não deixa claro se a Repsol será indenizada (talvez propositadamente), mas parece que sim. A petrobrás, que também atua na Argentina, poderia passar por situação semelhante, alude a matéria.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Aumentam as pressões sobre o Irã



Folha de S. Paulo - 22 de março de 2012


Pela manchete, parece que a China resolveu aproveitar os maus lençóis do Irã para tirar uma casquinha. A manchete também cita que os EUA protegeu certos países que ainda negociam com Irã, mas sem citar os supostos motivos para tanto.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Disputa entre EUA, UE e Irã se intensifica



O Estado de S. Paulo - 24 de janeiro de 2012

Escalando as tensões acerca do programa nuclear iraniano, além das várias sanções econômicas impostas ao país, a Europa congelou bens de 500 iranianos e de seu banco central. Irã ameaçou fechar o Estreito de Ormuz e os EUA entraram no local com porta aviões. Sejam as demandas das potências mundiais justas ou não, o Irã parece estar em maus lençóis.

terça-feira, 29 de março de 2011

Otan toma conta da Líbia

Folha de S. Paulo - 28 e 29 de março de 2011

Parece claro que o interesse da Otan na Líbia é estabelecer ou manter o controle de uma região produtora de petróleo. Eles, estrangeiros, já estão debatendo "planos para depois da eventual saída do ditador Muammar Gaddafi". Seria possível interpretar ação da Otan de outra maneira?